O povo do UOL escreveu aqui pedindo um post em homenagem à nossa Televisão, que acabou de fazer 58 anos. Blog convidado tem dessas coisas, rolam umas pautinhas sugeridas e tal... o que eu acho ótimo, acaba provocando uma certa atualização na página.
Eu poderia falar aqui da importância da TV para a sociedade, da vocação educativa que insistem em atribuir ao aparelho, dos novos tempos de TV digital, da qualidade da programação... o escambau. Mas só uma frase me vem à cabeça: TV é a minha vida. E justamente por isso é uma baita honra estar pilotando o querido VITRINE ao lado da Parlatore desde 2005. Sem forçar a barra ou ser cabotino, acho o VITRINE um biscoito fino da telinha. É TV sem frescura, bastidores na veia, pop bem feito... prova disso é a longevidade da atração, coisa rara hoje em dia: são 18 anos no ar sem tirar. E gente muito bacana já por vitrine da mídia: Marcelo Tas, Maria Cristina Poli, Renata Ceribelli (é, a do Fantástico) e até Leonor Correa, irmão do Faustão.

Por essas e outras, faço desse post em homenagem à TV um post de homenagem ao VITRINE. Aliás, não poderia existir melhor homenagem à televisão do que um programa bem cuidado, feito com carinho e respeito à inteligência do telespectador. De tabela, cabe também um afago à própria TV Cultura, "A TV que faz bem". Nessas palestras que dou por aí, sempre perguntam: O que é TV pública pra você ? Respondo:
Pra mim, TV pública é TV feita para o público, simples assim. E, acredite, nada mais complicado do que fazer o simples.