Meu Perfil
BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, PINHEIROS, Homem, de 26 a 35 anos, Portuguese, English, Música, Cinema e vídeo, tênis MSN - rodrigo@blogar.com.br
Fala, Zé... comprinhas de Natal de última hora aqui na Calixto ? Pois é, cara... e você, vai pro Rio ? Nem, pais vindo passar as festas aqui em Sampa, e você ? Que, nada... vou ficar por aqui, viajar nessa época do ano é roubada. Com certeza... ah, uma hora dessas vou lá no Cauibí te ver. Vai sim, te espero lá ! Valeu, Zé... Feliz Natal. Pra você também.
Isso foi em dezembro de 2007. Fiquei devendo essa visita ao Clube Caubí. Fiquei devendo aquela entrevistona caprichada no Vitrine que ele merecia há tempos. Fiquei devendo lembrar que "Mestre Jonas" é trilha de filme e colocar no repertório dos Soundtrackers. Fiquei devendo mandar aquele exemplar assinado do livro da Blitz.
Mas, mesmo com tanta dívidas, sobram admiração e saudade.
Depois de um longo e tenebroso inverno (no caso, verão senegalês) fui conferir um show internacional de perto. Escolhi a minha banda preferida da atualidade, pelo menos desde 2007: Keane. Conheci os caras por acaso, numa das raras vezes que ouvi rádio no carro a caminho da TV. Cheguei em casa, dei um google, descobri a banda, comprei um CD e chapei.
Piano rock ? Mistura de U2 com Coldplay ? Low-profile-brit-nerd-pop ? Whatever, gosto pacas. Recomendo os 3 CDs (o primeiro é bom de cabo a rabo) e também o DVD.
Pela alegria do vocalista, Thomas Oliver Chaplin, a banda deve aterrisar por aqui muitas e muitas vezes. "O Brasil é o coração do mundo", disse o inglês de bochechas rosadas. Fica esperto aí, puta show.
Um outro "R" famoso no mundo da bola gosta de se auto-proclamar (ainda tem hífen ?) "o cara". Mas, pelo menos para este blog, O CARA é esse aí de baixo, levando mais um cartão injusto como o do jogo de hoje contra o verdão.
Nasceu, blogueirada. Já está nas livrarias o meu encantado livro, As Aventuras da Blitz. Quinta rolou o lançamento paulistano na bacanérrima livraria cultura, e preciso dizer aqui que a noite de autógrafos superou as minhas humildes expectativas... muitos amigos queridos e fãs da banda apareceram; depois que comecei, não parei mais de assinar livros.
O tripé original da banda tava lá: Evandro, Billy e Juba. Claudinha Niemeyer e Luciana Spedo, também. O pessoal do Metrópolis esteve por lá documentando a encrenca... saca só !
É isso. Rumo ao Rio para o lançamento carioca, dia 03/02, na Travessa do Shopping Leblon.
Nos idos de 2006, aqui pelas minhas contas, esbarrei com uma figura clássica pelos corredores da TV Cultura: Renato Consorte. Depois de anos longe da emissora do Padre, o "Seu Chalita" de Tieta estava de volta à casa.
Quando deu de cara comigo, exclamou:
- Olha se não é o engraçadinho do Vitrine...
E ficamos uns minutos ali perto dos camarins, fazendo caretas e falando umas besteiras. Quando soube da triste notícia, imediatamente lembrei dessa passagem-relâmpago que, pra minha sorte, estava registrada em algum canto aqui do meu HD. Preciso dizer que ter sido chamado de "engraçadinho" por um dos maiores cômicos que o país já teve é uma honra que sempre vou carregar comigo.
Uau, mais de 2 meses sem blogar aqui, deve ser meu recorde negativo. Nem sei se alguém ainda dá as caras nesse cantinho virtual, mas resolvi atualizar assim mesmo. Post novo é sempre bom.
Parte da ausência se deve ao ano corrido: TV + banda + livro. Agora que os projetos viraram realidade, aos poucos vou normalizando antigos hábitos, como o de blogar, por exemplo. Aliás, por falar em livro, escrevo pra contar que o lançamento se aproxima, tô aqui na contagem regressiva: dia 29/01, quinta, aqui em SP... e dia 03/02, terça, lá no RJ.
Em tempo: descobri que o livro já está à venda no site da Cultura e, em breve, no da Ediouro também.
Ah, e um baita 2009 pra VOCÊ que ainda passa por aqui !
Semana passada rolou um VT especial lá no Vitrine sobre os 40 anos da histórica novela Beto Rockfeller... e hoje, domingão, deu no Estadão:
"O sistema telenovela já estava começando a necrosar. E é obrigação do artista enviar um ruído."
O autor da indefctível frase é o sempre chutador de balde Lima Duarte. E, na modesta opiniaõ deste blog, a frase não só está certíssima como pode ser adaptada para outras áreas da televisão... vamos tentar assim:
"O sistema telejornalismo já está mais do que necrosado. E é obrigação do jornalista enviar um ruído."
Não me entenda mal, blog-leitor... esse "ruído" aí de cima não é em relação ao conteúdo, e sim à forma. Afinal, chamar telejornal de chato chega a ser pleonasmo, né ?
O povo do UOL escreveu aqui pedindo um post em homenagem à nossa Televisão, que acabou de fazer 58 anos. Blog convidado tem dessas coisas, rolam umas pautinhas sugeridas e tal... o que eu acho ótimo, acaba provocando uma certa atualização na página.
Eu poderia falar aqui da importância da TV para a sociedade, da vocação educativa que insistem em atribuir ao aparelho, dos novos tempos de TV digital, da qualidade da programação... o escambau. Mas só uma frase me vem à cabeça: TV é a minha vida. E justamente por isso é uma baita honra estar pilotando o querido VITRINE ao lado da Parlatore desde 2005. Sem forçar a barra ou ser cabotino, acho o VITRINE um biscoito fino da telinha. É TV sem frescura, bastidores na veia, pop bem feito... prova disso é a longevidade da atração, coisa rara hoje em dia: são 18 anos no ar sem tirar. E gente muito bacana já por vitrine da mídia: Marcelo Tas, Maria Cristina Poli, Renata Ceribelli (é, a do Fantástico) e até Leonor Correa, irmão do Faustão.
Por essas e outras, faço desse post em homenagem à TV um post de homenagem ao VITRINE. Aliás, não poderia existir melhor homenagem à televisão do que um programa bem cuidado, feito com carinho e respeito à inteligência do telespectador. De tabela, cabe também um afago à própria TV Cultura, "A TV que faz bem". Nessas palestras que dou por aí, sempre perguntam: O que é TV pública pra você ? Respondo:
Pra mim, TV pública é TV feita para o público, simples assim. E, acredite, nada mais complicado do que fazer o simples.
Esses dias apresentei um evento da Microsoft. Nim fim da festa, fotos com a galera. Lá pelas tantas, uma graça de menina chegou e disse:
- oi, posso tirar uma foto com você ?
- Claro, poxa... vamos lá !
Foto tirada, veio a pérola:
- Nossa... que legal conhecer de perto o cara que faz o Júlio do Cocoricó !
Hahaha... eu mereço, né ? Essa vida de quase-famoso não é mole não. Abaixo, o verdadeiro alter-ego do Júlio: meu querido e rubro-negro amigo Fernandinho Gomes.
O título do post deveria ser também o título do filme. Os boatos se confirmaram: Jack Nicholson que me perdoe, mas o já saudoso Heath Ledger fez o Coringa definitivo.
A contive da galera do Omelete, assisti ontem à pré-estréia do novo Batman. Filmaço. Filme-gibi de gente grande. Baita elenco, super-produção. O maluco do Nolan prega várias peças na platéia, é um susto atrás do outro. O Morcegão tá cavernoso e, o Coringa 2008, perturbador.
O único senão do cara aqui é em relação à voz que Bale emprestou ao Homem-Morcego... achei meio forçada, rouca demais.
De resto é, literalmente, pagar pra ver... vale o ingresso, com sobras.